Término de namoro nunca foi e nunca será uma situação agradável.
TANTO PARA O TERMINANDO
QUANTO PARA O TERMINADO
Nesse caso eu é quem levei o fora, dessa vez eu fui o terminado dessa situação.
(...).
Saindo da casa de João eu de fato estava sem chão, fitei um relacionamento, e fiz planos, mas que se foram.
MAS NEM TUDO ESTAVA PERDIDO.
Estava a caminho de casa, tudo o que queria era trancar-me em meu quarto. As lágrimas insistiam em cair e eu as voltava pro lugar de onde vinham. Eu seria incapaz de chorar na frente dos outros, por mais vazia que estava aquela rua, chorar na frente de alguém me deixaria pior do que eu estivera naquela noite.
Odeio que sintam pena de mim, e o choro traz esse sentimento para os espectadores. Queria de qualquer forma minha casa, minha cama, e trocar lágrimas com meu tão velho travesseiro. Ele sim não sentiria pena de mim.
Acabo de sair da porta de João, três minutos andando, pensando em como seria o dia de amanhã, em como conseguiria dar a volta por cima, e me envolver com outra pessoa. Esses sentimentos me atormentaram até que um carro sport vem se aproximando de mim, a minha atenção se virou para o carro. Ao tempo que me assustava, me deixara curioso, era uma imensa curiosidade que não cabia em mim . Eram quase 00:00 hrs e não havia carros na rua. Eu avistava uma ou duas pessoas bem de longe. Não me contive de curiosidade e olhei para o meu lado esquerdo. Quando olhei o vidro estava descendo no automático, até que eu percebera que o motorista era um homem com um tom de pele praia e um sorriso sol da praia, o sorriso brilhava, senti-me espectador de uma filmagem de um comercial para creme dental.
O carro estava parando, e eu não parava de andar, meus passos estavam lentos e o carro se movimentava ao meu ritmo, lento. Até que eu disse com o maior medo que pudesse existir na face da terra.
- Oi
- Olá garoto, o que faz essa hora da noite um rostinho tão lindo quanto o seu? - A voz era linda, grossa e sutil.
- Estou a procura de garotos que essa hora da noite estejam interessados em pagar R$ 150,00 reais para levar esse rostinho bonito para suas casas, e de bônus ainda prometo tirar a roupa. -Disse essa frase encostando-me em sua porta, mordia os lábios, mas não para expor-me sexy, mas sim porque me sentira nervoso. Não sei porque eu disse aquilo, não pensei. Só falei.
- Então pelo bônus eu pago R$ 300,00.
Eu abri a porta. Entrei e disse:
- Combinado. Seu nome é?
- Nico.
- Prazer, Gustavo.
Não acreditava no que eu acabara de me submeter, me portei como um prestativo profissional do sexo. Pensei: Estou me prostituindo, é isso?
Bem, mas nada me deixara dezistir do que estava preste a fazer. Precisava de um consolo, e nessa noite eu sabia que meu travesseiro iria dormir sozinho, e sem minhas lágrimas. O mais cômico era a beleza do homem que estava ao meu lado, o homem pra quem "prestaria serviços" aparentemente não precisava usar dinheiro para ter rostinhos bonitos e corpos atraentes ao seu lado. Aquilo me instigava.
TO BE CONTINUE...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Minha geração...
Amigo, meu querido amigo. Responda-me. Qual é a importância da nossa geração?
Como? Eu não ouço.
Desculpe, mas sinto falta de lutar.
Me diga o que conquistamos. Onde estão os méritos?
Me mostre o sangue da vitória.
Ande!
Não vejo ninguém. Não consigo enxergar nenhum movimento.
Também não ouço passos.
Será que já conquistaram tudo?
Ao invés de me martirizar, prefiro acreditar numa grande utopia, numa possível vida nos anos 60, ou até mesmo 80 pensando em música.
Como diz minha queridíssima amiga Mariana Colombi: "Ah... que saudade".
Amigo, mostre-me um caminho. Encontre-me uma luz.
Amigo querido amigo. Não quero dezistir, mas não sei começar.
O que eu quero é lutar.
Um grande beijo.
Como? Eu não ouço.
Desculpe, mas sinto falta de lutar.
Me diga o que conquistamos. Onde estão os méritos?
Me mostre o sangue da vitória.
Ande!
Não vejo ninguém. Não consigo enxergar nenhum movimento.
Também não ouço passos.
Será que já conquistaram tudo?
Ao invés de me martirizar, prefiro acreditar numa grande utopia, numa possível vida nos anos 60, ou até mesmo 80 pensando em música.
Como diz minha queridíssima amiga Mariana Colombi: "Ah... que saudade".
Amigo, mostre-me um caminho. Encontre-me uma luz.
Amigo querido amigo. Não quero dezistir, mas não sei começar.
O que eu quero é lutar.
Um grande beijo.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Uma noite agradável...
L'Open

Surto
No último domingo, eu senti uma necessidade tremenda de assistir um espetáculo teatral. No entanto, um amigo teria alguns convites para me dar e chamar alguma companhia. De repente Daniel Lorca entra no messenger, e é para ele a quem direciono o convite. Daniel também me convidara para um jantar após o espetáculo. Eu topei, e ele também.
Fui ao encontro, estava a caminho do Shopping Frei Caneca. Chegando, peguei o elevador até o 7° andar e encontrei Daniel. Ele sorriu quando me viu, me deu um forte abraço.
Matavamos a saudade enquanto não dava o horário do espetáculo. Ele me falava de sua turbulenta vida noturna. Ele não pára.
Então ás 20:00 hr começa o espetáculo. Alex, meu amigo dos convites acertou nas poltronas. Fiquei extremamente grato, B 105 e B 106 são ótimos lugares.
"Surto", uma peça com um elenco absurdo, a interpretação é ímpar, e a interação com a platéia é surreal. Né Ricardo? (risos).
Com Rodrigo Fagundes, Flávia Guedes, Wendell Bendelack e Renato Bavier. Eu particularmente os chamaria de " O quarteto fantástico".
Estou tentando encontrar um tempinho para ir vê-los novamente. Estou boquiaberto.
Várias esquetes, imensos sorrisos e você saí do teatro com um ar de querer mais.
Daniel me agradeceu , estava óbvio e impresso em seus olhos a aprovação do espetáculo. Fomos então para o estacionamente, onde ele me sugeriu que fossemos ao L'Open. Obviamente eu não pensei duas vezes. Acho um lugar fantástico, decoração impecável. Sem contar a simpatia daquela negra maravilhosa que nos recepcionara.
Sentamos-nos em um canto esquerdo. Dani como sempre me deixou á vontade. Eu estava em um lugar confortável e com uma companhia agradável. Do que mais eu precisava ? (risos)
Tomei um suco de laranja e ele uma caipirinha de absolut. Após alguns minutos, pedimos alguns petiscos. Eram porções de algumas espécies de queijo, azeitona e salame. estava uma delícia.
Conversamos sobre nós, sobre o futuro, sobre o futuro, sobre se deixar permitir, sobre amar. Entramos em um consenso, eu dei muita risada. O assunto fluira tão bem quanto a recepção, o prato, as bebidas e claro a companhia. Tudo ornou.
Hora de pagarmos e irmos, nos despedimos do L'Open e ganhei outro sorriso da negra, sorriso que me deu vontade de ir lá com mais frequência. Ela me cativou (risos).
Uma noite de domingo sem ter do que reclamar. Me despedi de Daniel na Av. Paulista. Ele me pediu que ligasse assim que chegasse. Achei isso fofo. Mostrou preocupação.
Na manhã seguinte, recebi no celular:
" Adorei a noite, espero ter muito mais...
BOM DIA,
beijooo".
Enfim, noite perfeita.
" Adorei a noite, espero ter muito mais...
BOM DIA,
beijooo".
Enfim, noite perfeita.
L'Open
www.lopen.com.br
Al Itú, 1466
São Paulo - SP
(0xx) 11 3060 9013
Teatro Frei Caneca
www.teatrofreicaneca.com.br
Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca
São Paulo - SP
(0xx) 11 3472 2055
Um grande beijo.
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Um grande beijo.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Tentei mudar a compostura de minha irmã. Na verdade tentei mostrar o caminho. Não fiz disso obrigação. Ela é igual a tudo e todos.
Eu prezo a diferença, aflorar a essência.
Pensar e de alguma forma se expressar. Fugir dessa alienação. Fugir dessa ideologia que nem temos culpa de ter. Alguns conseguem se esquivar. Outros nem conseguem perceber sua própria ação.
"Eu sou assim".
Frase clichê.
Medo de arriscar uma mudança, medo dos outros olhos. Medo das outras bocas. Medo das mãos deles.
Medo, puro medo.
Por meio de uma ideologia que nos obrigaram a acreditar, hoje sou um alienado ainda. Fujo desse universo que não pertence a minha geração. Como diz meu amigo Thiago Cohen, temos que desconstruir o que nos fizeram acreditar sem opção. O que foi dito, foi absorvido. "Vale", "Não vale", "Pode", "Não pode", "È certo", "È errado". Desconstruiremos e então partiremos para o princípio. Com bom senso, claro.
Queria um mundo com respeito, educação e amor. Respeitando uns aos outros. Mesmo com suas diferenças.
Mas, como se faz isso?
Talvez o que acabo de escrever seja uma ideologia, na verdade é. Porém, modéstia. Acredito que há fundamento.
IDEOLOGIA: Ciência das idéias. Conjunto de idéias, crenças, tradições, princípios e mitos sustentados por um indivíduo ou grupo social, de uma época, de uma sociedade.
ALIENAÇÃO: Afastamento, alheamento. Transferência de um bem ou direito para outra pessoa. Indiferença ás questões políticas ou sociais. Loucura, perda da razão.
Nos extras do filme "O menino de pijama listrado", muito bom por sinal. Representa bastante o que escrevi. A cena mostra um grupo de crianças. Todos felizes e correndo (simbolizam uma brincadeira utilizando os braços). Por viverem na era Hitler os Judeus eram absurdamente discriminados como se sabe pela história.
Uma das crianças, estando a frente dos outros, pára de correr e segura os outros. Ao verem um homem diferente de seus universos, um "judeu" todos se afastam. Levando Bruno consigo para o extremo do tal homem, Bruno é um garoto estremamente ingênuo.
Daí então parte os comentários:
Bruno: Quê. (O que está acontecendo?)
Amigo¹: Não quer ter dienteria, quer?
Disenteria. Diarréia.
È o que se pega deles, e lepra também.
Outro amigo, que parece assustado pergunta.
Amigo²: Tem mais uma coisa que eles fazem. O que é?
Amigo¹: Te roubam.
Amigo²: A "mamãe" (forte influenciador) disse para não chegar perto deles. São como ratos.
E então eles debocham do homem, representando ratos. Fazem sonidos e feições.
Bruno, em momento algum faz comentários desnecessários, impróprios ou discriminador. Mostra um olhar penetrante e algo na sua essência desaprova aquelas atitudes.
Todos os amigos dão gargalhadas do homem, e dão início a corrida novamente. Bruno olha para o homem e balança a cabeça, com ar de desaprovação de fato.
Eu prezo a diferença, aflorar a essência.
Pensar e de alguma forma se expressar. Fugir dessa alienação. Fugir dessa ideologia que nem temos culpa de ter. Alguns conseguem se esquivar. Outros nem conseguem perceber sua própria ação.
"Eu sou assim".
Frase clichê.
Medo de arriscar uma mudança, medo dos outros olhos. Medo das outras bocas. Medo das mãos deles.
Medo, puro medo.
Por meio de uma ideologia que nos obrigaram a acreditar, hoje sou um alienado ainda. Fujo desse universo que não pertence a minha geração. Como diz meu amigo Thiago Cohen, temos que desconstruir o que nos fizeram acreditar sem opção. O que foi dito, foi absorvido. "Vale", "Não vale", "Pode", "Não pode", "È certo", "È errado". Desconstruiremos e então partiremos para o princípio. Com bom senso, claro.
Queria um mundo com respeito, educação e amor. Respeitando uns aos outros. Mesmo com suas diferenças.
Mas, como se faz isso?
Talvez o que acabo de escrever seja uma ideologia, na verdade é. Porém, modéstia. Acredito que há fundamento.
IDEOLOGIA: Ciência das idéias. Conjunto de idéias, crenças, tradições, princípios e mitos sustentados por um indivíduo ou grupo social, de uma época, de uma sociedade.
ALIENAÇÃO: Afastamento, alheamento. Transferência de um bem ou direito para outra pessoa. Indiferença ás questões políticas ou sociais. Loucura, perda da razão.
Nos extras do filme "O menino de pijama listrado", muito bom por sinal. Representa bastante o que escrevi. A cena mostra um grupo de crianças. Todos felizes e correndo (simbolizam uma brincadeira utilizando os braços). Por viverem na era Hitler os Judeus eram absurdamente discriminados como se sabe pela história.
Uma das crianças, estando a frente dos outros, pára de correr e segura os outros. Ao verem um homem diferente de seus universos, um "judeu" todos se afastam. Levando Bruno consigo para o extremo do tal homem, Bruno é um garoto estremamente ingênuo.
Daí então parte os comentários:
Bruno: Quê. (O que está acontecendo?)
Amigo¹: Não quer ter dienteria, quer?
Disenteria. Diarréia.
È o que se pega deles, e lepra também.
Outro amigo, que parece assustado pergunta.
Amigo²: Tem mais uma coisa que eles fazem. O que é?
Amigo¹: Te roubam.
Amigo²: A "mamãe" (forte influenciador) disse para não chegar perto deles. São como ratos.
E então eles debocham do homem, representando ratos. Fazem sonidos e feições.
Bruno, em momento algum faz comentários desnecessários, impróprios ou discriminador. Mostra um olhar penetrante e algo na sua essência desaprova aquelas atitudes.
Todos os amigos dão gargalhadas do homem, e dão início a corrida novamente. Bruno olha para o homem e balança a cabeça, com ar de desaprovação de fato.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O Pecado
Ele quer arriar as minhas calças no parque. Me chamar de viadinho talvez seja uma boa idéia. Ele gosta de tapar a minha boca. Mas não gosta de beijá-la.
Ele é insaciável e me domina. Ele é superior, frio. È mais velho.
Ele quer que eu coloque as mão na árvore.
E diz: Que bundinha gostosa!
Eu sinto o contato e ouço o barulho. Ele sente tesão com isso.
Ele entra em trase. E sigo seus passos.
Ele respira fundo e se movimenta rápido.
Pronto.
Ele gozou.
Pronto.
Ele me usou.
Um grande beijo.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Zé Celso
Minha admiração partiu de "Os Sertões". Com os meus dezesseis anos de idade aquilo fora absurdamente novo para mim. Em momento algum eu fechei os olhos. Eu sentia um certo desejo.
Hoje está um dia frio. Estou tremendo, minha casa é ampla e aberta. Estou nu. Quero que meu texto siga de fato a intensidade da escrita.
Meu pau está murcho, ele também está com frio.
Estava comentando com a minha amiga Tuca sobre esse gênio sexual. Ela discorda comigo em alguns pontos, ela acha uma exploração desnecessária.
Eu sigo o pensamento, de que corpo é corpo, físico e matéria. Se não fosse tão apegado a moda perguntaria:
Pra quê roupas?
Essa é a minha ótica do Zé. Talvez a dele seja outra.
Amo escrever, e tenho uma certa recaída em atuar. Espero muito um dia poder mostrar minha bunda, meu pau ou pênis. Como queiram.
Pois são as coisas que chocam. E eu ouso.
Eu sou extremamente sexual. Agora estou de quatro. O que eu entendo por inspiração me afaga nessa posição.
"Zé, estou pensando em me masturbar de uma forma técnica".
O diretor, autor e ator Zé Celso está no Itaú Cultural na segunda edição do projeto Ocupação. Por meio de cenários, videos, filmes, projeções, fotos, cartazes, e lambe-lambes. Para quem gosta desse gênio como eu, não pode perder.
Visitação:
Vai até domingo 6 de setembro.
Terça a sexta das 10h às 21h
Sábado, domingo e feriado das 10h às 19h
Entrada Franca.
Itaú Cultural - Avenida Paulista, 149. Estação Brigadeiro do Metrô.
Fone: 11 2168 1777
Um grande beijo.
Hoje está um dia frio. Estou tremendo, minha casa é ampla e aberta. Estou nu. Quero que meu texto siga de fato a intensidade da escrita.
Meu pau está murcho, ele também está com frio.
Estava comentando com a minha amiga Tuca sobre esse gênio sexual. Ela discorda comigo em alguns pontos, ela acha uma exploração desnecessária.
Eu sigo o pensamento, de que corpo é corpo, físico e matéria. Se não fosse tão apegado a moda perguntaria:
Pra quê roupas?
Essa é a minha ótica do Zé. Talvez a dele seja outra.
Amo escrever, e tenho uma certa recaída em atuar. Espero muito um dia poder mostrar minha bunda, meu pau ou pênis. Como queiram.
Pois são as coisas que chocam. E eu ouso.
Eu sou extremamente sexual. Agora estou de quatro. O que eu entendo por inspiração me afaga nessa posição.
"Zé, estou pensando em me masturbar de uma forma técnica".
O diretor, autor e ator Zé Celso está no Itaú Cultural na segunda edição do projeto Ocupação. Por meio de cenários, videos, filmes, projeções, fotos, cartazes, e lambe-lambes. Para quem gosta desse gênio como eu, não pode perder.
Visitação:
Vai até domingo 6 de setembro.
Terça a sexta das 10h às 21h
Sábado, domingo e feriado das 10h às 19h
Entrada Franca.
Itaú Cultural - Avenida Paulista, 149. Estação Brigadeiro do Metrô.
Fone: 11 2168 1777
Um grande beijo.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Penso, logo existo.
Essa é uma frase intensa.
Me identifico. O mundo precisa de mim.
Penso, mas não executo.
Escrevo.
Escrevo para conseguir com que ao menos a folha de papel me entenda.
Quero oportunidade.
Crescimento.
Cansei de levar uma vidinha noturna de um ainda adolescente intenso.
Quero mais.
Anseios de viver é o que sinto. E escrever faz com que esses sentimentos se aflorem.
"Eu acredito que, acreditar em si é um começo"
Um grande beijo.
Essa é uma frase intensa.
Me identifico. O mundo precisa de mim.
Penso, mas não executo.
Escrevo.
Escrevo para conseguir com que ao menos a folha de papel me entenda.
Quero oportunidade.
Crescimento.
Cansei de levar uma vidinha noturna de um ainda adolescente intenso.
Quero mais.
Anseios de viver é o que sinto. E escrever faz com que esses sentimentos se aflorem.
"Eu acredito que, acreditar em si é um começo"
Um grande beijo.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Flower Power ... Paz & Amor
40 anos do Woodstock ... "Uma Exposição Aquariana de 3 Dias de Paz e muita Música".
Foi um marco para a contracultura, organizado na fazenda de Max Yasgur em Bethel, no estado de Nova York, em agosto de 1969, hauahua nem minha mãe era nascida.
Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan. Mas a população não aceitou, o evento mobilizou entorno de meio milhão de pessoas lutando a favor da “Flower Power” (Poder das Flores) que foi um slogan usado pelos hippies dos anos 60 até o começo dos anos 70 como um símbolo da ideologia da não-violência e de repúdio à Guerra do Vietnã.
Hoje temos outros motivos não menores do que os de 40 anos atrás para lutarmos, o que nos falta é coragem e força de vontade para iniciarmos uma luta.
O que devemos fazer é nos unirmos e utilizarmos nosso Poder das flores para acabarmos com todos esses problemas existentes e até mesmo criados por nossa geração.
Encerro usando a frase de uma amiga “A gente não precisa de movimento de massa para fazer algo”.
Paz e Amor.
Thiago Cohen
O festival mais paz&amor que já aconteceu completa-se quarenta anos e até hoje é lembrado e discutido.
Muito se fala da loucura, das drogas, do sexo livre, da música e arte que rolou no evento... Porém o que mais vale salientar é o pensamento das pessoas que lá estavam. Independentemente da idade, a mobilização era por um pensamento mais crítico. Pois com ele, poderiam vir mudanças de maus valores e comportamentos (como por exemplo: consumismo exagerado, guerras) que se tornaram maus hábitos. Uma contestação social geral! Estando ciente disso, ao invés de pensar: "Nasci na época errada", preferi viver uma grande utopia (ou não) nessa semana: "Como Woodstock foi bom... Que saudade!"
Mariana Colombi
Foi um marco para a contracultura, organizado na fazenda de Max Yasgur em Bethel, no estado de Nova York, em agosto de 1969, hauahua nem minha mãe era nascida.
Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan. Mas a população não aceitou, o evento mobilizou entorno de meio milhão de pessoas lutando a favor da “Flower Power” (Poder das Flores) que foi um slogan usado pelos hippies dos anos 60 até o começo dos anos 70 como um símbolo da ideologia da não-violência e de repúdio à Guerra do Vietnã.
Hoje temos outros motivos não menores do que os de 40 anos atrás para lutarmos, o que nos falta é coragem e força de vontade para iniciarmos uma luta.
O que devemos fazer é nos unirmos e utilizarmos nosso Poder das flores para acabarmos com todos esses problemas existentes e até mesmo criados por nossa geração.
Encerro usando a frase de uma amiga “A gente não precisa de movimento de massa para fazer algo”.
Paz e Amor.
Thiago Cohen
O festival mais paz&amor que já aconteceu completa-se quarenta anos e até hoje é lembrado e discutido.
Muito se fala da loucura, das drogas, do sexo livre, da música e arte que rolou no evento... Porém o que mais vale salientar é o pensamento das pessoas que lá estavam. Independentemente da idade, a mobilização era por um pensamento mais crítico. Pois com ele, poderiam vir mudanças de maus valores e comportamentos (como por exemplo: consumismo exagerado, guerras) que se tornaram maus hábitos. Uma contestação social geral! Estando ciente disso, ao invés de pensar: "Nasci na época errada", preferi viver uma grande utopia (ou não) nessa semana: "Como Woodstock foi bom... Que saudade!"
Mariana Colombi
Me pego pensando em profissões, a ação do nosso sustentar.Toco nesse assunto pelo simples motivo de ter ficado com um "garoto de programa" sem precisar pagar. Ouvi diversas coisas, discriminação á parte.
Não me privei, não me incomodei e sim respeitei.Cada um tem uma forma de viver, de agir, sonhar e querer.
Ele quis desta forma, não o vejo com olhos de uma aprovação sem preconceito, pois isso é novo pra mim quando envolve sentimento.Na verdade, foi além de ficar.
Hoje, neste momento estou no messenger com ele. Ele me chama de bebe, e eu o chamo de pequeno príncipe (ele é baixinho) R srsrs. Estou com sentimentos intensos, estou a cada segundo olhando para a janelinha pra ver se ela vai ficar laranja.
Ele não me interrompe, ele não sabe que eu escrevo aqui. Voltando ao assunto, desculpem-me. Acho que me apaixonei.
Conheci essa perfeição em um sítio, um evento anual que é promovido por Joyme Suzuki, um homem de um caráter impressionante. O evento comporta oitenta pessoas, dentre elas gays alternativos e heteros que não fazem chapinha.Enfim, fui e não conhecia ninguém, me permiti para novas experiências. Confesso que alguns conhecidos foram comigo, fiquei preocupado.João, o meu príncipe provou a todos o que ele era de verdade. Ser garoto de programa não significa se limitar ao amor.
Pessoas sem conteúdo diziam ao meu ouvido, disfarçadamente. Afinal essas pessoas eram amigas do João.
- Você sabia que ele é michê?
- Sim, ele me contou tudo - Eu dizia isto e eles ficavam boquiabertos.
Eu, a sensação daquele evento ter ficado com um michê, sabendo da verdade?Nossssaaa, que absurdo.
Era o que a maioria pensava.Triste, o amor é o sentimento mais nobre que conheço, merecia tanto ser reconhecido pelo que é; Quero que todos um dia sintam o que de fato eu sinto.
Enfim de verdade agora, cada um tem seus objetivos, metas, e prazeres de viver.
E viver sem interferência negativa é um alicerce para a felicidade.
Seja profissional do sexo, seja feliz.
Seja pastor, seja feliz.
Seja homossexual, seja feliz.
Seja heterossexual, seja feliz.
Seja um ser vivo, sejamos todos felizes.
"Estou olhando para a janela e vejo uma flor, uma ao lado da outra. Acredito que elas podem se tocar e se amar."
Um beijo.
Não me privei, não me incomodei e sim respeitei.Cada um tem uma forma de viver, de agir, sonhar e querer.
Ele quis desta forma, não o vejo com olhos de uma aprovação sem preconceito, pois isso é novo pra mim quando envolve sentimento.Na verdade, foi além de ficar.
Hoje, neste momento estou no messenger com ele. Ele me chama de bebe, e eu o chamo de pequeno príncipe (ele é baixinho) R srsrs. Estou com sentimentos intensos, estou a cada segundo olhando para a janelinha pra ver se ela vai ficar laranja.
Ele não me interrompe, ele não sabe que eu escrevo aqui. Voltando ao assunto, desculpem-me. Acho que me apaixonei.
Conheci essa perfeição em um sítio, um evento anual que é promovido por Joyme Suzuki, um homem de um caráter impressionante. O evento comporta oitenta pessoas, dentre elas gays alternativos e heteros que não fazem chapinha.Enfim, fui e não conhecia ninguém, me permiti para novas experiências. Confesso que alguns conhecidos foram comigo, fiquei preocupado.João, o meu príncipe provou a todos o que ele era de verdade. Ser garoto de programa não significa se limitar ao amor.
Pessoas sem conteúdo diziam ao meu ouvido, disfarçadamente. Afinal essas pessoas eram amigas do João.
- Você sabia que ele é michê?
- Sim, ele me contou tudo - Eu dizia isto e eles ficavam boquiabertos.
Eu, a sensação daquele evento ter ficado com um michê, sabendo da verdade?Nossssaaa, que absurdo.
Era o que a maioria pensava.Triste, o amor é o sentimento mais nobre que conheço, merecia tanto ser reconhecido pelo que é; Quero que todos um dia sintam o que de fato eu sinto.
Enfim de verdade agora, cada um tem seus objetivos, metas, e prazeres de viver.
E viver sem interferência negativa é um alicerce para a felicidade.
Seja profissional do sexo, seja feliz.
Seja pastor, seja feliz.
Seja homossexual, seja feliz.
Seja heterossexual, seja feliz.
Seja um ser vivo, sejamos todos felizes.
"Estou olhando para a janela e vejo uma flor, uma ao lado da outra. Acredito que elas podem se tocar e se amar."
Um beijo.
Será que vale a pena toda essa diferença?

Acho muito triste, a forma que nós gays nos comportamos com nós mesmos. Não é a tal da IGUALDADE que sempre estamos atrás? Estamos trilhando um caminho que cada dia que passa, nos acrescenta como seres humanos em uma sociedade mais igualitária. Cada dia a mais um obstáculo passa por nós despercebido. O sonho de ser "igual, perante a sociedade" está sendo destruido por quem iniciou a luta, OS GAYS. Qual é o fundamento de tudo isso?
Não acredito que esse comportamente seja totalmente sincero, pois se for, tenho pena de quem sente. Por que ter mais? Ser mais? Mesmo não tento, e mesmo não sendo. ESTEREÒTIPO! Falsos estereótipos. Nem sempre soma é sinônimo de felicidade, não nesse caso.
Desculpem-me, mas eu não quero fazer parte dessa conspiração. Preciso de pessoas que sorriam, preciso de abraços e pessoas dispostas a acreditarem no bem, no amor. Se continuarmos assim a luta será tola, e todo o esforço será em vão. Se é que realmente existe uma luta.
Às vezes não há discriminação para os que tenham rostinhos bonitos e bundinhas depiladas. Podem até ser menos, mas o sexo é algo que igualdade social não põe na balança. "Apenas uma metidinha". Cômico isso não? Já passou da hora de mudarmos esse comportamento, antes que ele se intensifique e se torne uma "luta" perdida como o previsto.
No amor, não há discriminação, não há nenhuma tipo de sentimento negativo. Amor carnal, amor de amigo, amor de família etc. AMOR se resume em amor. O sentimento mais nobre que já conheci.
Enfim,
AMEMO-NOS!
Sejamos ridículos, sejamos felizes. NÃO SE BLOQUEIE!
Um beijo.
Bienvenidos
Para os que entendem o trocadilho do nosso blog, ótimo.
Começa hoje uma piração, escreverei o que vier na telha, o que for ao menos interessante e que tenha conteúdo para alguém.
Terei ajuda de outras pessoas, pessoas que tem um relacionamento com a sociedade assíduo. Na verdade somos jovens, apenas algumas pessoas com gana de expressão. Queremos ser vistos, talvez entendidos e quem sabe compreendidos.
Fiquem á vontade, não quero fazer obrigatoriedade em questão ao público gay, por mais que essa era a intenção pioneira da minha vontade. Como eu disse fiquem á vontade e o que quiserem levar para vida, para a cabeça, não se envergonhem.
Um blog que terá um leque de assuntos super diversificado. Arte e Cultura, Saúde e Sexo, Comportamento, Dicas, Moda, entre outros.
Divirtam-se.
Beijos
Felipe Pinto
Começa hoje uma piração, escreverei o que vier na telha, o que for ao menos interessante e que tenha conteúdo para alguém.
Terei ajuda de outras pessoas, pessoas que tem um relacionamento com a sociedade assíduo. Na verdade somos jovens, apenas algumas pessoas com gana de expressão. Queremos ser vistos, talvez entendidos e quem sabe compreendidos.
Fiquem á vontade, não quero fazer obrigatoriedade em questão ao público gay, por mais que essa era a intenção pioneira da minha vontade. Como eu disse fiquem á vontade e o que quiserem levar para vida, para a cabeça, não se envergonhem.
Um blog que terá um leque de assuntos super diversificado. Arte e Cultura, Saúde e Sexo, Comportamento, Dicas, Moda, entre outros.
Divirtam-se.
Beijos
Felipe Pinto
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